
Banda porto-alegrense estreia com álbum que reinventa o rock gaúcho em uma linguagem ousada e contemporânea
A Shaun acaba de lançar seu aguardado álbum de estreia, homônimo, pela Frase Records. Com sete integrantes e um som que transita entre o rock britânico, reggae e a tradição do rock alternativo nacional, a banda de Porto Alegre firma de vez sua identidade e mostra que está em sintonia com a nova geração da cena indie brasileira.
O disco conta com nove faixas que apresentam toda a personalidade em canções carregadas de referências como The Clash, Titãs, Júpiter Maçã, Planet Hemp e De Falla. Tudo isso sem celebrar o passado, mas reinventando a cena underground do Sul, deixando claro que a Shaun entendeu que o rock gaúcho não precisa soar datado. Pode, sim, ser moderno, provocativo e aberto a novas sonoridades.
Produzido por John Vitto, também guitarrista e vocalista da banda, o disco ainda conta com mixagem e masterização de Mário Arruda (Supervão). Incluindo singles que já tínhamos apresentado por aqui no MI, como “Anjos e Demônios” e “Vivienne Westwood”, as letras abordam frustrações cotidianas, dialogando com os desafios contemporâneos cmo sensibilidade e um olhar apurado sobre “pensar o futuro”.
Neste primeiro disco, a Shaun se posiciona difinitivamente como um dos nomes mais promissores da cena alternativa do sul do país, mostrando que o futuro da cena está na mistura, na liberdade e na reinvenção. Ouça o disco na íntegra aqui.
