RESENHA: The Flatliners em São Paulo

Foto: @diariodeshows (Sigam!)

Nem a noite fria paulistana afastou os fãs do Flatliners do show que aconteceu neste sábado na Jai Club, na região da Ana Rosa em São Paulo, muitos até sem ingresso tentando a sorte na porta pra entrar e ver o show, já que os ingressos estavam no fim no dia da apresentação da banda e não havia garantia de chegar e conseguir comprar.

A primeira banda da noite foi o CHCL (Chacal), isso já próximo das 19h da noite, com fortes influência dos anos 90, a banda de São José dos Campos conseguiu atrair as pessoas que não só já conheciam a banda como ouviam pela primeira vez. Entre músicas do novo álbum e algumas conhecidas do público, mostraram a que vieram, empolgando a todos e fazendo aquele belo esquenta antes do show do Flatliners.

A banda Inimigo Eu teve problemas e por conta disso acabou cancelando sua apresentação, o que fez com que os horários se alterassem, mas sem muitos atrasos.

As 20h, o The Flatliners entrou no palco da Jai Club e antes mesmo de qualquer pronunciamento, o público já estava em plena histeria. O show agitou rapidamente a todos os presentes iniciando com a nova, mas já clássica Hang My Head, e em seguida em uma tacada só, emendaram Eulogy e Resuscitation of the Year, esta última que foi cantada a plenos pulmões por todos os presentes.

Carry the Banner, Nicotine Lips e Birds of England vieram na sequência e ficou claro o quanto a banda estava feliz por ter retornado ao Brasil, a apresentação foi energética do começo ao fim, com muita interação e resposta do público.

Human Party Trick e Count Your Bruises continuaram a fazer uma revisitada entre toda a carreira da banda, que ficou devendo apenas músicas do primeiro álbum e mesmo assim não houveram pessoas que reclamaram disso, pois a banda se entregou de tal maneira durante o show, que a única exigência do público é que eles poderiam tocar durante a noite toda que a energia não acabaria nunca.

Em seguida, Unconditional Love, Sew My Mouth Shut e a icônica Monumental embalaram ainda mais o público que além de não tirar os olhos do palco, curtia cada música como se fosse a última do show.

Falando em fim de show, já se aproximavam as últimas músicas The Calming Collection e Mastering The World’s Smallest Violin e Indoors fecharam a primeira parte do show, ao sair do palco, parecia que as pessoas já sabiam que a banda voltaria em questão de minutos, e não demorou mesmo para voltarem e fechar o show com Mother Teresa, Chokeslams The World e Shithawks.

Como eu disse, faltaram músicas do primeiro CD, isso era muito aguardando tanto por quem viu o primeiro show no Maximus Festival em 2017 quando a banda fechou o show com Fred’s Got Slacks, quanto para os que aguardavam ansiosamente a banda para um show solo no Brasil e não viu o primeiro, mas apenas o gosto de quero mais ficou evidente no rosto de quem permaneceu na casa e ainda conseguiu conversar com os caras após a apresentação. Que venham mais vezes!

 

Confira como foi a apresentação em alguns vídeos:

 

 

 

Veja o último vídeo do canal Minuto Indie:

 

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