República Popular de volta às raízes do Amazonas em novo álbum

A banda República Popular lançou recentemente o álbum Húmus Parte I, que faz um paralelo entre as raízes da cultura amazonense e a atualidade. A primeira metade do álbum revela o som de um Amazonas a ser descoberto junto a ritmos regionais com influência dos anos 80, sintetizadores, etc.

Húmus repagina a identidade musical da República Popular, se reconectando com suas raízes manauaras. Esse reencontro é evidenciado no clipe Amazônida. O nome do disco tem a ver com um tipo de solo mais fértil, formado a partir da decomposição de animais e plantas, o que dá a ideia de ciclo de vida.

“É correto dizer que o disco conta uma história, não tão óbvia assim, mas é uma história. O clipe de Amazônida vem ser a síntese da saga inteira do primeiro disco. Quisemos que o clipe fosse uma linha do tempo dos povos amazônicos, desde as primeiras etnias e tribos, passando pelos caboclos ribeirinhos e finalizando no povo urbano de Manaus. Achamos que Húmus, com todos seus requintes eletrônicos, pode sim ser considerado um disco de música regional amazonense, a música regional da atualidade, e o vídeo vem trazer isso à tona”, comenta Igor Lobo, que assume violão e vocais. Além dele, a banda é formada por Viktor Judah (vocal e bateria), Vinítius Salomão (vocal e guitarra) e Sérgio Leônidas (vocal e baixo).

Para construir todo esse mosaico, a República Popular convocou a ajuda de parceiros locais e até mesmo de outro estado, como é o caso do clipe de “Amazônida”. O disco foi produzido por Viktor Judah e entrega uma República Popular conectada com suas raízes -e com o futuro.

REPÚBLICA POPULAR FAZ HOMENAGEM AO AMAZONAS EM NOVO CLIPE

Ouça o álbum abaixo:

FICHA TÉCNICA

Produção: Viktor Judah
Gravação e mixagem: Viktor Judah (Manaus, AM)
Masterização: Fernando Sanches – Estúdio El Rocha (São Paulo, SP)
Construção tipográfica da capa: Dylan Ranna
Fotografia da capa: Keila Serruya
Performance da personagem Uyra Sodoma: Emerson Munduruku
Direitos de uso e reprodução da fotografia adquiridos dos autores
Gravação adicional de teclados: Elifranck Gouvêa na faixa 12.

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