Confira como foi a apresentação do Citizen em São Paulo

Banda emociona fãs em seu primeiro show em São Paulo

Chegou o dia que muitos dos fãs do Citizen tanto esperavam, a banda americana fez sua primeira tour pela América do Sul e não podia deixar de passar em São Paulo.

A primeira banda a se apresentar foram os florianopolitanos do Vistas, que trouxeram seu post-hardcore e conquistaram as primeiras pessoas que chegaram ao Fabrique, na Barra Funda, principalmente ao tocaram um cover de Basement, outra banda que é unanimidade pra quem gosta da linha alternative/emo 2000, fazendo com que os presentes cantassem junto do começo ao fim.

 

Fotos: Eduardo da Costa (@_duffe)

A segunda banda da noite foi o Black Days, que trouxe uma sonoridade diferente do que muitos esperavam para a noite, agressivos e mais rápidos, a banda fez com que o público que já vinha aumentando consideravelmente, abrisse algumas rodas e pulassem bastante, mesmo não conhecendo as letras. O show empolgou muita gente e mesmo as mais contidas prestavam atenção na performance do grupo paulistano, que além do hardcore, tem muitas influências no metalcore e no post-hardcore.

 

Fotos: Eduardo da Costa (@_duffe)

E por fim, o show mais aguardado: o Citizen entrou no palco as 19h40 e logo de cara fizeram a casa vir abaixo com as clássicas Roam The Room e The Summer e era difícil (diria até impossível) ver alguém que não estivesse cantando e pulando nessas duas músicas que fazem parte do álbum ‘Youth”, lançado em 2013.

Em seguida, vieram Fever Days, In The Middle Of It All e a calma Sleep que fez os fãs “chorarem” cantando, principalmente nas partes mais pesadas e gritadas da música. Uma das coisas raras de acontecer nos últimos anos e que ficou clara nesse show foi que foram os momentos em que as pessoas se preocupavam com o celular, a maior parte do público presente fez questão de assistir o show e cantar a plenos pulmões todas as músicas.

Cement, Medicine e The Night I Drove Alone também embalaram os fãs, setlist esse que fez questão de passar por quase toda carreira da banda, mesclando clássicas a músicas não tão em evidência.

O show que previa apenas 13 músicas inicialmente, ainda contou com World, Speaking With a Ghost, Numb Yourself e Jet, essa ultima que teve seu clipe lançado a pouco mais de 8 meses e já possui mais de 331 mil visualizações no YouTube.

A banda fez uma pausa para o “encore” e voltou tocando Drown (lançada em um split junto a banda Turnover) e Drawn Out (que é uma música um pouco mais “dançante”), porém, mesmo assim os fãs não se davam por satisfeitos e voltaram a pedir que a banda voltasse ao palco após o fim do show.

Percebendo o número grande de pedidos para voltar, a banda retornou ao palco para fechar o show com a música How Does ir Feel, uma canção lenta que tem um tom sombrio, e que fez quem tava se segurando, soltar todas as lágrimas possíveis, num misto de explosão de sentimentos que tomou conta de todo o Fabrique na noite de sábado.

Após o show, o desejo visto em todos os fãs foi o de que a banda precisa retornar ao Brasil em breve, pois o show da banda é surreal, sem falar na atenção que os integrantes deram ao público descendo do palco e conversando/tirando fotos com quem solicitava e se aproximando no fim do evento.

 

Fotos: Eduardo da Costa (@_duffe)

 

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